O Crime de ser Feliz

O sistema desse mundo odeia pessoas livres, pessoas independentes. Por isso, ele faz de tudo para lhe prender, lhe escravizar, lhe tornar dependente dele de diversas formas diferentes. O sistema cria escolas, faculdades, governos, religiões, leis, impostos, entretenimento, distrações, etc. Tudo isso faz de você um robozinho 100% controlado, que não reclama e não tem vontade própria, apenas obedece.

Esse mesmo sistema te bonifica por entregar a sua vida, ensinando para você desde cedo que, se você for comportado, isso só vai lhe render benefícios. Então você se forma na faculdade, ganha alguns pontinhos. Você arruma um bom emprego, ganha mais uns pontinhos. Você vai se capacitando cada vez mais, trabalhando duro, entrega tudo de si e nem sequer dorme direito, mais alguns pontinhos somados. Então, todos os meses seus pontos são convertidos em um pagamento chamado de salário. Quanto mais pontos, maior seu salário.

É o valor que pagam pela sua vida, uma vida dedicada ao sistema do diabo, de Caim, da serpete. Mas não podemos falar apenas de salário, pois, o sistema lhe compra de outras formas primeiro. Antes que você seja “alguém de sucesso”, sua mente já foi roubada e você nem percebeu. Você começa acreditar que para ser alguém na vida precisa de esforço, precisa se dedicar, precisa de faculdade, precisa trabalhar duro, precisa mostrar suas conquistas para o mundo, precisa ser um bom exemplo diante da sociedade. É nisso que o sistema faz você acreditar. Essas são crenças instaladas desde cedo em sua mente, para garantir que você não “saia da linha”.

Se você ousar sair da linha, alguém sempre estará pronto para lhe criticar, para zombar de você, para lhe comparar com outros, para lhe chamar de burro, e assim por diante. Você, então, fica tão viciado nessa droga, que passa a ser o seu próprio juiz. Você mesmo olha para o lado e se compara com um colega, um vizinho, um amigo ou simplesmente um conhecido qualquer. Essa comparação lhe rouba um pouco de felicidade aqui e ali, forçando você a voltar para a linha e ser, novamente, mais um trabalhador esforçado que serve ao sistema.

Yeshua nos disse para sermos como crianças, e sabe o que isso tudo tem a ver com o que estou falando aqui? É que a criança não olha o preço do presente, ela simplesmente rasga o pacote e vai ser feliz. Yah deseja lhe dar todas as coisas, mas você impede quando acredita que não merece, quando acredita que não fez por merecer, quando você coloca a porcaria do seu “esforço” na frente de tudo.

O sistema luta para alimentar o seu ego, Yah deseja ver alguém que não olhe para si próprio, mas para a verdadeira identidade que carrega. Quanto mais você alimenta o seu ego, mais dentro do sistema você fica e, consequentemente, mais distante do Reino também. O ego é o que faz você andar dentro da linha do sistema, ele faz você ser obediente e se vangloriar pelo esforço próprio.

Para alguém assim, é impossível aceitar a vivência no Reino, pois trata-se de uma vida totalmente diferente. No Reino, você deve se esvaziar de si próprio e se preencher com identidade, autoridade e gratidão. No Reino, Yah move as coisas a seu favor, não é pelo seu esforço, é um presente de Pai para Filho.

O Filho burro e cego na verdade é aquele que serve ao sistema, pois jamais aceitará algo que vem “de graça”, ele não consegue compreender e nem viver com aquela benção que recebeu. Um presente que deveria servir para tornar tudo mais leve, acaba se tornando um peso para quem está impregnado pelo sistema.

Ora, o que vão pensar, né? Você não conquistou isso, você não mereceu isso. Enquanto todos exibem suas conquistas, aí está você, que recebe presentes sem ter merecido nada. Realmente, sair da linha é muito difícil, esvaziar-se de si mesmo é uma tarefa dolorosa demais. O sistema faz tudo perfeitamente planejado para que seja assim.

No Reino, sempre que alguém vive pelo esforço próprio, alimentando o seu ego, isso é compreendido como uma forma de resistência. Assim, a resistência interrompe o fluxo da provisão. Yah deseja ver a alegria de seus Filhos, pois a felicidade de um Filho é o reflexo da Glória do Pai. Por isso, se o Filho torna-se resistente, ele acaba impedindo que a vontade do Pai se manifeste. Ao contrário do que muitos religiosos pregam, não é a busca por bens materiais que entristece O Pai, mas sim a resistência.

Resistir e preferir viver na base do esforço próprio, é como se um filho olhasse para o seu pai que acabara de servir o almoço e dissesse: não vou comer essa comida, pois não me esforcei para merecê-la. Ora, nenhum pai alimenta seu filho porque ele merece, o pai alimenta porque é seu filho.

Sua identidade vale muito mais do que o seu merecimento. Yah não deseja o seu suor, Ele deseja sua fidelidade e gratidão. Ele deseja que você compreenda e aceite que é um Filho Amado. O seu papel aqui é ser um gestor/administrador das coisas que Yah lhe confiou/proveu, e isso implica em aceitar os recursos que Ele enviará para ajudar nessa missão.

O servo que não multiplicou o talento, e o enterrou, fez isso porque acreditava que não merecia:

“Então, chegando o que recebera um talento, disse: Senhor, eu soube, que és um homem duro, que colhes onde não semeaste, e ajuntas onde não espalhaste, e receoso, eu fui e escondi na terra o teu talento, eis que aqui está o que é teu…”

O medo é resistência. Acreditar em esforço próprio é resistência. Quando você não multiplica o talento que Yah lhe confia, é como se você estivesse dizendo: “eu não mereço, não posso aceitar isso”. Então, aquilo é retirado de você, não por maldade, mas porque você precisa aprender que não é crime ser feliz, e ser feliz não carece de esforço próprio.

Yah quer você feliz e, no Reino, a felicidade é fazer a vontade do Pai. É refletir a Glória dEle através da sua vida. Só vamos conseguir entender isso de verdade quando limparmos a nossa mente de todas as crenças que o sistema desse mundo instalou lá dentro. E então, aceitarmos que somos filhos e temos o direito à provisões, para expandirmos a influência do Reino aqui neste mundo, através de nossas vidas.

É aprendendo a ser puro como uma criança, derrubando o seu “EU” interno e aceitando sua verdadeira identidade de Filho que você manifesta a sua escolha por Yah aqui nessa vida. Superando as críticas, superando a pressão, vencendo a comparação. Caso contrário, dizer que acredita em “Deus” será só como palavras vazias da boca para fora.

Fique em paz.

Forte abraço,
Gustavo

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© Gustavo Ferreira Machado - 24.371.230/0001-25

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