Abra o seu ❤️ para a maternidade 

Eu abri o meu coração para a maternidade e convido você a fazer o mesmo. 

Eu tinha uma visão distorcida sobre a maternidade, eu a associava a algo ruim, acreditava que seria um fardo que eu não conseguiria suportar – não só pela gestação e o parto, mas também por tudo que envolve a criação de um filho. Eu não imaginava quando – e se – me tornaria mãe, pois eu tinha um preconceito a respeito do assunto. Isso também tinha relação com a visão que eu tinha do casamento.

Eu pensava que seria um “fardo” porque as pessoas a minha volta pensavam assim. Logo, as experiências e as opiniões delas por serem as únicas que eu tinha me fizeram pensar que a maternidade deveria ser evitada. 

Isso permeou a minha mente e o meu coração desde nova e só foi mudar bem mais tarde. 

O início dessa mudança começou quando passei a conviver com mulheres que são muito felizes exercendo a maternidade. Apesar de todas elas serem realistas quanto a parte “difícil” de ser mãe, elas demonstravam e falavam o quanto ter filhos mudou a vida delas para melhor. Até então, eu nunca tinha ouvido alguém falar bem da maternidade, isso que eu já estava com os meus vinte e poucos anos.

Conviver com essas mulheres me permitiu encarar a maternidade com um novo olhar, recebi orientação e incentivo para ser mãe e percebi que havia a possibilidade de viver uma maternidade feliz.

Assim, convivi com dois opostos, mulheres que não viram nada de positivo em serem mães – apenas viram o quanto foi difícil e o quanto elas sofreram e, em contraponto, mulheres que conseguiram ver além das dificuldades e serem realizadas com a maternidade. Não desmereço a dor do primeiro grupo de mulheres e as situações difíceis que elas passaram, porém eu percebi o que fez a diferença na experiência delas: 

Há uma infinita diferença entre ter um filho com o intuito de tê-lo – e não querer tê-lo.

Há uma infinita diferença entre ter um filho e estar um pouco preparada emocionalmente e psicologicamente – e não estar nada preparada. 

Há uma infinita diferença entre ter um filho só pela própria vontade – e o pai também querer ter. 

Esse foi o primeiro ponto que fez com que eu iniciasse a minha mudança de mentalidade em relação a ser mãe, foi essencial ouvir de outras mulheres, por exemplo, que o dia do nascimento do filho delas foi o melhor dia da vida delas, realmente, eu precisava de uma nova perspectiva. Precisava ver o outro lado. Precisava estar com pessoa que pensam diferente. E Deus me deu essa oportunidade. 

Falando nEle, como cristã, entender a visão de Deus e saber a importância que Ele dá para a maternidade foi o ponto mais revelador e impactante para mim. 

Eu entendi que os filhos são uma benção de Deus, um presente (Salmos 127:3), e como toda benção, a felicidade que vem junto é inexplicável, só sentindo para saber. Essa foi uma revelação muito grande para mim, compreender que, ao contrário do que o mundo diz, os filhos não são um fardo, mas sim, uma benção. 

Nós confirmamos a minha gravidez do Noah dois dias antes do segundo domingo de maio, já foi o meu primeiro e mais precioso presente de dia das mães! Em algum momento depois da confirmação eu orei e convidei a Deus para participar da minha maternidade, de todas as etapas. Eu fiz esse convite de coração aberto, e Ele aceitou. Eu sinto o cuidado dEle comigo, sinto a Sua presença, sei que está comigo.

Saber que Deus estava, está e vai continuar comigo é muito reconfortante, pois nos capacita para tudo que há de vir, Ele sempre vai estar lá, pronto para nos ouvir e auxiliar, sempre. 

Eu também entendi a importância que Deus dá, não só para a mulher, mas também para a maternidade (isso é tema para outro texto). O mundo corrompido onde vivemos mente a respeito das coisas de Deus, é por isso que sempre colocam a família, o casamento, a paternidade e maternidade como algo ruim. 

Sobre a maternidade, uma prova disso é o meu próprio caso, eu só fui ouvir alguém falar bem sobre ser mãe com 20 e tantos anos…

Bem, aqui vai uma dica para você se preparar psicologicamente para a maternidade: estude sobre a gravidez, sobre o parto e sobre a criação de filhos, eu posso te afirmar que saber o que é normal e o que não é te ajudará muito. A Bíblia diz que o povo perece por falta de conhecimento e acredito que muito dos problemas que envolve esse tema poderia ser evitado com o estudo. 

O último fato que fez com que eu abrisse o meu coração para a maternidade foi o Gustavo querer ter filhos. Antes mesmo de nós termos o nosso pacotinho de amor eu já enxergava o quão bom pai ele seria, ele também entendeu o propósito de Deus para nós quanto a paternidade e a maternidade e a vontade dele me contagiou. 

Para mim foi uma decisão consciente ter um filho, baseada em tudo o que escrevi aqui para vocês. Foram anos nesse caminho que resultou em um príncipe lindo que me alegra todos os dias. Enquanto eu escrevo, ele está tirando um cochilinho no final da tarde e olhar para ele me faz pensar o quanto Deus é bom porque me deu mais um presente. 

Eu não sei qual é a sua realidade, não sei o que as mulheres a sua volta pensam a respeito do assunto, não sei se você já é mãe e não sei qual foi a sua experiência. Se você não é mãe ainda, eu recomendo que você viva a sua própria experiência, se eu tivesse me baseado apenas na de outras pessoas eu não teria passado por um dos momentos mais emocionantes da minha vida e hoje não estaria vivendo algo tão puro e verdadeiro. 

Eu abri o meu coração e convido você a fazer o mesmo, desde que você entenda que ter filhos é uma grande responsabilidade, Deus espera muito de você. Você precisa entender que os filhos são uma benção e o motivo pelo qual Deus nos dá eles. Você tem de querer, não só pela sua própria vontade, mas também o seu marido tem de ter essa vontade. Você deve estar com o seu psicológico minimamente preparado e você deve estudar sobre o assunto. Haverá momentos bem difíceis e saber os motivos pelos quais você está ali dando tudo de si por outro ser humano será crucial. 

Se você já é mãe, me conte a sua experiência, meu Instagram é @patriciapzy, se você ainda não é e precisa conversar com alguém, pode me mandar uma mensagem por lá também. 

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E agora eu te pergunto, quando você irá abrir o seu coração para a maternidade? 

Qual o propósito da sua vida?


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